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Santa Gertrudes trata 1,1 bilhão de litros de esgoto em 2015

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Com os serviços de coleta e tratamento de esgoto realizados pela Odebrecht Ambiental, município despolui o Ribeirão Claro, preserva o meio ambiente e contribui para a qualidade de vida da população.

esgotoPor receber todo o esgoto gerado no município de Santa Gertrudes, o Ribeirão Claro já esteve na lista dos rios mais poluídos da região, com um histórico de agressões à vida aquática e riscos à saúde humana. Essa condição, no entanto, está restrita ao passado. Bastaram três ações para mudar o cenário de poluição: coletar, afastar e tratar os esgotos antes de lançá-los no Ribeirão Claro. Esses investimentos realizados nos últimos cinco anos pela Odebrecht Ambiental, concessionária responsável pelos serviços de água e esgoto de Santa Gertrudes, foram fundamentais para inserir o município na lista das cidades brasileiras com melhores índices de saneamento.

A receita para a despoluição parece simples, mas a maioria dos municípios não consegue aplicá-la. De acordo com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), divulgados pelo Instituto Trata Brasil, a média nacional de tratamento de esgoto é de 39%. Assim, Santa Gertrudes já se tornou referência por ter os serviços de esgotamento sanitário universalizados, que significa que todo seu esgoto é coletado, afastado e tratado.

Os índices de coleta de esgoto na cidade estão em 99,9% e desde 2012, com o início de operação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE Santa Gertrudes), o município também se tornou capaz de tratar todo seu esgoto gerado. Esses números positivos são um reflexo dos investimentos realizados para ampliar e melhorar a operação das redes, coletores, estações de bombeamento e de tratamento.

“Desde o final de 2010, quando a concessionária assumiu os serviços de água e esgoto em Santa Gertrudes, foram definidos objetivos para priorizar melhorias nesse setor e, atualmente, estamos conquistando o reconhecimento pelo planejamento e execução dos trabalhos”, comenta a diretora de contrato, Paula Violante.

Com um total de oito mil ligações e 62 mil metros de redes, Santa Gertrudes gerou mais de um bilhão de litros de esgoto em 2015. Todo esse volume foi coletado, afastado e, principalmente, tratado antes de ser lançado no Ribeirão Claro. Dessa maneira, o município é, atualmente, capaz de despoluir rios, preservar o meio ambiente e garantir a qualidade de vida aos seus moradores; afinal, saneamento tem efeito direto na saúde pública já que a ausência de coleta e tratamento de esgoto está relacionada a doenças como hepatite, poliomielite, cólera, esquistossomose, entre outras.

Completa, a atual estrutura do sistema de esgotamento sanitário do município permite ao gertrudense a garantia de que o resultado de todas suas atividades cotidianas, como tomar banho, lavar roupa e louças, tenha uma destinação correta. A água suja da cozinha, dos banheiros, com detergentes, sabão e fezes (que nada mais é que esgoto) é direcionada a uma rede coletora e encaminhada para tratamento. Desta maneira, cabe a cada morador a responsabilidade de ter seu imóvel ligado à rede coletora que é disponibilizada e monitorada por cerca de 700 poços de visita (PVs) – identificados pelas ruas da cidade com tampão de ferro e que serve para inspecionar a rede, quando necessário – pela Odebrecht Ambiental em todo o município.

“Embora nem sempre percebido pela população pelo fato das redes serem enterradas e as estações de bombeamento e de tratamento ficarem, geralmente, em locais mais afastados da área urbana, todo o sistema de esgotamento sanitário requer um amplo e contínuo trabalho que resulta em melhorias para a saúde pública, responsabilidade ambiental e qualidade no serviço prestado”, destaca Violante. Apesar de ser um trabalho silencioso, os serviços de esgoto são ininterruptos, com monitoramento e ações 24h por dia, 365 dias do ano.

Mesmo já considerada uma cidade modelo em saneamento, Santa Gertrudes ainda continua a receber investimentos no setor para ampliar cada vez mais os índices de qualidade e eficiência. Prova disso é a série de ações para melhorias no sistema de tratamento de esgoto realizadas nos últimos dois anos e ainda planejadas para ocorrer na ETE Santa Gertrudes.

ETE SANTA GERTRUDES

A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE Santa Gertrudes) estruturada com lagoas de estabilização (anaeróbias, facultativas e de maturação) tem capacidade para tratar 2,8 milhões de litros de esgoto por dia, atendendo a uma população estimada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 24 mil habitantes.

Nos últimos dois anos, mais de R$ 400 mil foram investidos nas lagoas de tratamento num trabalho preventivo para garantir mais segurança e eficiência no processo. As ações executadas abrangeram a implantação de uma barreira em torno das lagoas para conter possíveis infiltrações e a troca do solo do fundo das lagoas para sua impermeabilização. Estes investimentos tiveram por finalidade aumentar ainda mais a capacidade da estação.

O gerente de operações da Odebrecht Ambiental, Alexandre Leite, destaca que as obras foram executadas com a estação em operação, mantendo o tratamento de esgoto na cidade em sua totalidade. “A ETE precisava receber essas melhorias. Com a estrutura remodelada e em sua plena capacidade de operação, podemos oferecer mais segurança e eficiência no processo de tratamento, melhorando a qualidade de vida da população e auxiliando na preservação ambiental e dos recursos hídricos. Santa Gertrudes hoje tem todo o seu esgoto coletado e tratado, o que deve ser um orgulho para todo gertrudense”, comenta.